sexta-feira, 25 de maio de 2007

Fotos (3 - 4 - 5) Das formas de vida






"Monstros marinhos, fósseis vivos e seres fluorescentes que habitam as partes mais profundas do oceano podem ser vistos pela primeira vez em imagens registradas pela jornalista e cineasta francesa Claire Nouvian.
Graças ao avanço tecnológico nas câmeras, luzes e fotografia digital, ela conseguiu revelar em detalhes sua jornada pelo escuro leito do oceano, em profundidades que chegam a 7 km.

O resultado do trabalho está no livro The Deep, lançado este mês no Reino Unido e nos Estados Unidos. São 220 fotografias de seres bizarros e surpreendentes, acompanhadas de textos escritos pelos maiores especialistas em oceano profundo no mundo.

Mundo desconhecido
Os oceanos oferecem 99% do espaço onde a vida pode se desenvolver na Terra e o oceano profundo, imerso na escuridão, ocupa 85% dos mares, formando um dos maiores e mais desconhecidos habitats do planeta.

As estimativas atuais do número de espécies a serem descobertas variam entre dez e trinta milhões.

No livro The Deep, Craig M. Young, do Oregon Institute of Marine Biology, escreve que a diversidade biológica no leito do oceano "pode exceder aquela da Floresta Amazônica e da Grande Barreira de Corais juntas".

Mas apesar das imagens reveladoras e surpreendentes da publicação, apenas 5% do leito do oceano já foram mapeados com algum detalhe, o que deixa muito trabalho para a próxima geração de exploradores marinhos."
Fonte: Terra (http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1641355-EI8145,00.html)

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Imagem (2)



"A vida brota a partir de milhares de fontes vibrantes, entrega-se a todos que a agarram, recusa-se a ser expressa em frases tediosas, aceita apenas ações transparentes, palavras verdadeiras e o prazer do amor (...)"

Frase extraída de um dos diários publicados de Reich: Beyond Psychology: Letters and Journals 1934-1939 (Ed. Farrar Straus & Giroux, 1994).

Poema-Imagem (1)



CAIS MATUTINO
Mercado do peixe, mercado da aurora:
Cantigas, apelos, pregões e risadas
À proa dos barcos que chegam de fora.

Cordames e redes dormindo no fundo
À popa estendidas, as velas molhadas
Foi noite de chuva nos mares do mundo.

Pureza do largo, pureza da aurora.
Há viscos de sangue no solo da feira.
Se eu tivesse um barco, partiria agora.

O longe que aspiro no vento salgado
Tem gosto de um corpo que cintila e cheira
Para mim sozinho, num mar ignorado.

Ribeiro Couto

Ribeiro Couto foi jornalista, magistrado, diplomata, poeta, contista e romancista. Nasceu em Santos, SP, em 12 de março de 1898, e faleceu em Paris, França, em 30 de maio de 1963.
Mais dados biográficos: http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=263

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Imagem (1)


- Mais informações sobre as formas esboçadas na figura acima, no artigo A função orgonome, disponível em http://www.org2.com.br/aviso.htm
- Mais fotos e imagens, em http://www.flickr.com/photos/8181918@N04/